Ambiente
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Protocolo para utilização das instalações da Piscina Solário Atlântico

Solução fotovoltaica para eficiência máxima na produção de eletricidade pela otimização da posição em relação ao sol
Assinado o protocolo de colaboração entre o Município de Espinho e Solarisfloat, com vista à utilização das instalações da Piscina Solário Atlântico.
A Solarisfloat concebeu e desenvolveu um projeto denominado PROTEVS que consiste em uma solução fotovoltaica caracterizada por uma ilha composta por 180 painéis fotovoltaicos que se encontram instalados sobre uma plataforma flutuante garantindo uma eficiência máxima na produção de eletricidade pela otimização da posição em relação ao sol.
A totalidade do investimento efetuado no referido projeto é de empresas nacionais, sem qualquer incentivo quer nacional quer europeu.
O solar fotovoltaico encontra-se em acelerada massificação no mundo tendo sido, nos dois últimos anos, a fonte de energia renovável que mais investimento recebeu, constituindo a sua variante flutuante uma oportunidade de mercado que começa também a florescer.
Contribui para esse crescimento as geografias em que o custo do terreno é elevado ou em que, para além da geração de energia, há outros fatores a considerar, como sejam a diminuição da evaporação da água pela cobertura da sua superfície, ou a redução da proliferação de algas com o consequente impacto ambiental favorável, atributos que as soluções flutuantes garantem.
A Solarisfloat necessitando de proceder, conjuntamente com o INEGI da Universidade do Porto, a um conjunto de testes em ambiente marinho, propôs ao município de Espinho canalizar para a instalação desportiva da Piscina Solário Atlântico.
Toda a energia que vier a ser gerada - que se estima não inferior a 15 MWh entre novembro e maio - será injetada para autoconsumo na rede do complexo desportivo em causa, a título gratuito.
Ficheiro Relacionado: Protocolo
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