Cultura
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46.ª Edição do Festival Internacional de Música de Espinho

O festival decorre entre setembro e dezembro de 2020 em diversos espaços da cidade.
A 46.ª edição do Festival Internacional de Música de Espinho arranca no próximo dia 25 de setembro e traz à cidade sete concertos, a decorrer durante um período mais espaçado do que o habitual.

Promovido pela Academia de Música de Espinho e tendo como palco principal o auditório da mesma, o evento adaptou-se às restrições impostas pela pandemia de covid-19, revendo a respetiva programação e adaptando as plateias, que serão mais limitadas ao nível de lotação.

Esta edição arranca com um concerto da Orquestra Clássica de Espinho com o pianista espanhol Javier Perianes, a 25 de setembro, assinalando os 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven.

A interprete China Moses, estará em palco a 2 de outubro com a Orquestra de Jazz de Espinho, sob a direção de Daniel Dias e Paulo Perfeito onde irá percorrer diversos estilos da música negra americana.

A 30 de outubro, teremos solos de percussão de Miquel Bernat, onde irá explorar a obra "Music for 18 musicians" do compositor minimalista norte-americano Steve Reich.

O norueguês Jan Garbarek atuará a 21 de novembro no Auditório, num concerto que, contando com o percussionista indiano Trilok Gurtu, antecipa elementos de improvisação jazzística e música tradicional escandinava.

A 27 de novembro, teremos o espetáculo "Montevago" pelo violinista Théo Ceccaldi e pelo pianista Roberto Negro, apontados como dois artistas italianos em ascensão no panorama do jazz europeu.

O cartaz de 2020 inclui ainda dois concertos de música barroca, que irão ocorrer na Igreja Matriz de Espinho, por notáveis agrupamentos franceses. Em causa está, a 1 de outubro, o espetáculo em que o coletivo Le Poème Harmonique explora os "Ofícios das Trevas", e a 6 de dezembro, a atuação do grupo Le Banquet Céleste, em que a soprano Céline Scheen, o contratenor Damien Guillon, o tenor Thomas Hobbs e o baixo Benoît Arnould protagonizarão "três das cantatas de Natal de Bach".

Ao longo de várias décadas de existência, o FIME tem vindo a afirmar-se como um Festival de características únicas no País, suscitando a admiração de muitos visitantes.
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